TEF é aquilo que todos os que emitem Nota Fiscal de Consumidor eletrônica – ou NFC-e – devem conhecer, mas muitos deixam para depois. Seu Enéas achava que bastava algumas maquininhas de cartão e… não é mais “bem assim”.

Seu Enéas sempre foi muito confiante e soube “tocar” bem seus negócios. Ele era proprietário de uma mercearia de bairro na capital de Pernambuco. O pequeno negócio lhe rendia muitos lucros no passado, especialmente porque ficava próxima à praia da Boa Viagem, em Recife. Mas logo veio a concorrência e novas ameaças surgiram.

Como todo empreendedor brasileiro, “Seu Enéas não desiste nunca!”

O empreendedor pernambucano resolveu partir para cidades próximas de seu negócio, tão próximas que até parecem Recife. Decidiu abrir duas pequenas mercearias, uma em Jaboatão dos Guararapes e outra em Olinda. Teve sucesso.

Tudo vai bem, mas começou 2019 e Seu Enéas encontrou novos desafios. No passado ele entendia que pequenas mercearias não precisavam se preparar com sistemas complexos de pagamento e trabalhava com duas ou três marcas de “maquininhas de cartão”. Tudo sempre fluiu relativamente bem. Mas recebeu uma visita do Fisco com o seguinte aviso: “Em 2019 o TEF é obrigatório em Pernambuco”.

Mas o que é TEF?

Dependendo do estado e do negócio, os estabelecimentos podem usar as maquininhas de cartão como sistema de pagamento. Existem estados em que determinados estabelecimentos são obrigados a usar um sistema mais robusto, capaz de realizar transações financeiras entre o ponto automatizado – ou ponto de automação comercial – e as empresas que fazem a liquidação financeira de pagamentos eletrônicos. Esse sistema chama-se Transferência Eletrônica de Fundos (TEF).

O ponto de automação comercial certamente todos que já pagaram suas compras em farmácias e supermercados já o conhecem. Ele é composto por monitores, leitores de código de barras e QR Codes, teclado para digitação de senhas etc.

O TEF é caro para o empreendedor?

Ter um TEF exige certo investimento, mas não é algo complicado conceitualmente ou na prática. Há vantagens: o estabelecimento pode optar por trabalhar com bandeiras diferentes;  o processo permite a emissão de Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NFC-e); também envia todas as movimentações registradas automaticamente para a Receita Federal.

Os gerentes, diretores e contadores agradecem: investem melhor o seu tempo trabalhando o negócio do que montando planilhas e relatórios para a Receita. Ou seja, o investimento se paga através do tempo.

Quando é obrigatório o TEF?

A legislação varia de um estado para outro, por isso o empreendedor deve ficar atento às regras do Fisco do seu estado. Pernambuco (o estado do Seu Enéas) está sob novas regras desde 1º de janeiro de 2019. A partir de então a emissão do comprovante de pagamento feito com cartão de crédito ou débito deve estar vinculada à NFC-e que pagou. (CLIQUE AQUI para ler o decreto).

Então Seu Enéas vai sair perdendo!

Calma, não é bem assim. Como já foi comentado acima, existem vantagens e o investimento se paga com o tempo. Na verdade existem outros ganhos para o empreendedor. Conheça alguns deles:

  • Custo de oportunidade – O custo do TEF é diluído pelo tempo e especialmente por redução de custos de trabalho que, muitas vezes, não são calculados pelos pequenos e médios negócios, mas causam grande impacto na lucratividade. Por exemplo: tempo, força de trabalho, erros contábeis e humanos etc.

  • Gestão de vendas – O sistema oferece a oportunidade, também, de melhorar a gestão das vendas e compreensão de como as operações estão acontecendo: produção por caixa, preferência de operadoras de crédito pelos clientes, principais tipos de transação etc.

  • Segurança – O TEF traz segurança para o negócio, para o cliente e para o Fisco. Maquininhas de cartão oferecem praticidade, mas também trazem riscos de fraudes e erros humanos. Em se tratando da rede de mercearias do Seu Enéas, confiabilidade é ponto importante para trazer novos clientes e manter os mais antigos.

  • Gestão financeira – Existe um sistema confiável e preparado para integrar o TEF à gestão financeira do negócio, produzindo relatórios seguros e a prova de falhas.

    Nas palavras de Seu Enéas: “Contratei um sistema de baixo custo para o meu negócio, o UP GESTÃO… o pessoal do escritório ganha tempo e eficiência no gerenciamento financeiro também“.

    Um exemplo claro do benefício da associação do TEF ao UP GESTÃO é a possibilidade de ter uma visão íntegra sobre o momento financeiro da empresa, já que o Fluxo de Caixa é implementado com informações seguras em tempo real.

Ainda não tenho o TEF, o que devo fazer agora?

Se você está em Pernambuco, precisa agir agora. Faça como seu Enéas fez: invista no TEF e no UP GESTÃO. Assim evitará problemas com o Fisco, simplificará e agilizará a gestão de sua operação fiscal e financeira.

Simplifique e agilize o processo de fluxo de caixa, entrega das principais obrigações fiscais de sua empresa, como: Sintegra, SPED Fiscal, XML de notas fiscais emitidas e Inventário anual.

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