A maioria dos pequenos empresários está ciente da diferença entre receita e lucro. Você poderia ser uma loja de comércio eletrônico com um volume de negócios de milhões de reais por mês. No entanto, se formos contar o custo de aquisição dos produtos comprados e ainda adicionarmos o custo de comercialização, você poderia ficar com apenas alguns milhares de reais. 

 

Isso não é, necessariamente, algo ruim. Se você estiver medindo o desempenho do seu negócio com lucros e não apenas receita, está no caminho certo. O problema, no entanto, é que a maioria das empresas, incluindo grandes corporações, não consegue entender a importância do capital de giro. Muitas vezes, as empresas falham não por causa de perdas, mas por causa de sua incapacidade de administrar o capital de giro. 

 

Mas exatamente o que é capital de giro? Vamos voltar ao exemplo do comércio eletrônico sobre o qual falamos em outros artigos. Normalmente, uma empresa compra um produto de R$ 10 por peça e o vende na loja por R$ 20. Dessa forma, supondo que não haja custos de manutenção e de marketing envolvidos, o lucro é de R$ 10. A empresa recebe R$ 20 do cliente e paga R$ 10 ao fornecedor. 

 

Isso parece “ok” até você perceber o problema com os ciclos de pagamento. Alguns fornecedores exigem pagamento antecipado de seus produtos, enquanto outros oferecem aos negócios algo como um ciclo de faturamento de 30 dias. Assim, se uma empresa pagasse de forma antecipada ao fornecedor, no exemplo anterior, isso significaria, efetivamente, que ela precisaria gastar R$ 500 mil por mês sem receber dos clientes. Uma empresa que tenha economias suficientes no banco para arcar com isso pode chegar até o final do mês. Mas se você representa um negócio que não tem muito dinheiro circulando, seu negócio vai falhar, independentemente do fato de que você pode, potencialmente, trazer um milhão em receita a cada mês. 

 

No exemplo acima, o dinheiro extra de R$ 500 mil que você precisará para manter o negócio operacional é chamado de capital de giro. Com o tipo certo de contrato com os seus fornecedores, é possível garantir que você pague a eles somente após receber o dinheiro dos seus compradores. Assim, o capital de giro necessário para administrar o negócio sem problemas está próximo de zero. 

 

No entanto, isso não é totalmente prático o tempo todo. Os fornecedores mudam rapidamente e o volume de negócios também pode ser sazonal. Um capital de giro saudável é primordial para garantir que o seu negócio não caia fora por causa de uma indisponibilidade temporária de dinheiro. 

 

Existem várias maneiras de garantir que isso não aconteça. A primeira, e principal, é contratar um consultor financeiro para reestruturar seus contratos e analisar o seu fluxo de caixa através de um Software de Gestão. Esses consultores analisam seus vários contratos de fornecedores e sugerem maneiras de reduzir seu capital de giro. A segunda maneira de ajudar com contingências é realizar empréstimos de capital de giro. Existem instituições financeiras especializadas nisso que podem ajudar as empresas a obter acesso rápido e fácil ao dinheiro para superar déficits de capital de giro. 

 

Embora os empréstimos de capital de giro ajudem as empresas a resolver seu problema de fluxo de caixa, há algumas questões a serem consideradas. Em primeiro lugar, os empréstimos vêm com pagamentos de juros. Se você é um negócio com margens muito pequenas, pagar esses juros pode afetar seus lucros. Além disso, alguns credores cobram o que é chamado de honorários duplos. Isso pode ser caro se você pretende fazer mais do que um empréstimo de capital de giro. 

 

Manter um capital de giro saudável é um dos aspectos mais negligenciados da administração de um negócio. A má administração do dinheiro aqui não só pode tornar seu negócio altamente volátil e sensível a choques de mercado como também pode, rapidamente, transformar a situação da sua empresa, que era de uma fonte lucrativa, em algo que o leve à falência. 

 

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