“Sessenta e nove bilhões de Reais”. Por extenso, é uma cifra tão impressionante quanto em números (R$ 69.000.000.000,00). Essa é a expectativa de faturamento do e-commerce no Brasil para o ano de 2018, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A cifra fica mais empolgante quando se vê o relatório da eMarketer; a consultoria americana estima o atingimento de R$ 86,3 bilhões – detalhe, sem considerar os setores de ingressos e turismo.

O comércio eletrônico e a crise no Brasil

Certamente o empreendedor brasileiro compreendeu que o movimento do comércio eletrônico nesse país continental segue o caminho oposto da crise. De acordo com o SEBRAE, em 2017 o comércio eletrônico cresceu 9,23% em relação ao ano anterior. Enquanto isso o universo de lojas eletrônicas, no mesmo período, atingiu a impressionante marca de 600.000 lojas! Parece que o “jeitinho brasileiro” está sendo deixado de lado e por conta disso o e-commerce nacional cresce a passos largos. Estamos cada vez mais profissionais. Como resultado, a ABComm estima que o e-commerce brasileiro ainda siga o viés dos anos anteriores e atinja os 15% de crescimento em 2018. Isso corresponde a mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais e um tíquete médio de R$ 310,00.

A ordem é crescer agora

Os dados são animadores. Os especialistas são unânimes em afirmar que ainda há muito espaço para o crescimento dos negócios virtuais no mercado brasileiro. Não é por acaso: veja, a seguir, cinco motivos evidentes de que é importante investir na venda online no Brasil. (Fonte: “Vendas globais no varejo e-commerce”. eMarketer. 2018).

#1. O e-commerce tem muito a avançar – 1/4 da população total de internautas brasileiros fará ao menos uma compra pela internet em 2018. Para se ter uma noção da dimensão da oportunidade, no Reino Unido a proporção é de 76,3%.

#2. O número de digital shoppers brasileiros chega a 93,4 milhõesDigital shoppers são aqueles que navegam, pesquisam e compram produtos, mas nem sempre pela Internet.  Esse é um número que só tende a crescer. É por isso que a Amazon aposta no seu marketplace de eletrônicos por aqui.

#3. Os Marketplaces estão se multiplicando – O lançamento de plataformas de vendas online geram novas fontes de receita. E como geram! A ABComm detectou que o crescimento de lojas de varejistas como Magazine Luiza, Walmart Brasil, Americanas etc, aumentou 15,3% em 2017, além disso os resultados são animadores.

#4. O consumidor brasileiro está cada vez mais consciente e exigente – O varejista que não investe em Internet está se escondendo, porque o comprador está pesquisando primeiro na web e nos aplicativos dos smartphones. Em poucas palavras, a tecnologia trouxe conveniência, comodidade e, como resultado, trouxe também o poder de comparação de preços, qualidade e outras características importantes para quem vai decidir o que comprar (e se vai fazer isso).

#5. Cada vez mais as diversas categorias de produtos vêm sendo aceitas pelo consumidor – Já foi o tempo em que a compra pela internet era basicamente de livros e eletrônicos. Hoje, produtos de cama, mesa e banho, ferramentas, produtos infantis, vinhos, cervejas, roupas, sapatos, maquiagem e muitos outros itens estão sendo comercializados pelo meio online. Isso reflete o amadurecimento das relações entre o fornecedor e o consumidor.

Vantagem Competitiva é fundamental

É preciso registrar que ter um negócio online e vender é importante para o empreendedor, para o consumidor e para o país. Mas para que o negócio funcione de forma profissional, administrar é fundamental. Em um mercado competitivo, não há espaço para improvisos. Gestão administrativa, controle de estoque, controle financeiro, gestão tributária e de obrigações fiscais precisam ser simplificados. Assim as tarefas são executadas de forma ágil. Mais faturamento com menos complexidade.

O Sistema de Gestão Empresarial Online da UpGestão foi desenvolvido sob medida para a sua empresa. Com ele é possível ser forte na execução e aproveitar a oportunidade do comércio eletrônico no Brasil. E aí, você já sabe: oportunidade + força = Vantagem Competitiva!